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Mito

Migrantes não pagam impostos e, por isso, sobrecarregam os programas sociais

Ao contrário do que muitos pensam, evidências da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) indicam que, na maioria dos países, os migrantes pagam mais impostos e contribuições sociais do que os benefícios que recebem. Em outras palavras, eles aportam mais e desfrutam menos da proteção social, se comparados com a população local.

Sendo assim, seja como trabalhador ou como consumidor, além de contribuir significativamente para o desenvolvimento econômico do país em que mora, um migrante também contribui para financiar os serviços públicos, como saúde e educação. E, por isso mesmo, tem o direito de usufruí-los.