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Mito

A América do Sul já tem migrantes demais

Em 1995, dados da ONU (Organização das Nações Unidas) indicavam que 100 milhões de pessoas viviam fora do país em que nasceram – na época, cerca de 1,8% da população total do planeta. Atualmente, esse número ultrapassa 240 milhões, alcançando em torno de 3% da população mundial. Porém, dois terços desse montante estão na Europa e na Ásia.

De acordo com um levantamento da Polícia Federal e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2015, o Brasil abrigava cerca de 1,8 milhão de migrantes – menos de 1% de sua população total. Já no Chile, apesar do aumento na taxa de imigração, dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico ou Econômico) estimam que, atualmente, cerca de 500 mil migrantes residam no País, o que representa 2,8% de sua população. E, mesmo na Argentina, país com mais migrantes da América Latina, o Censo mostra que esse número fica em torno de 5%.

Por outro lado, segundo as estimativas da Organização Internacional de Migração (OIM), pelo menos 6,6 milhões de pessoas que nasceram na América do Sul moram fora de seu país natal, principalmente na Espanha e nos Estados Unidos.